Este laboratório foi realizado através do Google Cloud Skills Boost com o objetivo de compreender na prática como criar e administrar máquinas virtuais utilizando o Google Compute Engine.
Durante a atividade, realizei a criação de uma instância Linux no Google Cloud, configurei regras de firewall para acesso web, conectei à máquina via SSH e implantei um servidor NGINX acessível pela internet através de um endereço IP público.
Ao final do laboratório, a máquina virtual estava executando corretamente o servidor web NGINX, exibindo sua página padrão para qualquer usuário que acessasse o endereço público da instância.
- Compreender o funcionamento do Google Compute Engine
- Criar máquinas virtuais utilizando a interface gráfica do Google Cloud
- Entender o conceito de regiões e zonas
- Configurar regras de firewall para tráfego HTTP
- Acessar uma VM utilizando SSH pelo navegador
- Instalar e gerenciar serviços Linux
- Implantar um servidor web NGINX
- Validar a publicação de um serviço na internet
Internet
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Firewall HTTP (porta 80)
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Google Compute Engine VM
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Debian GNU/Linux 12
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NGINX
| Recurso | Descrição |
|---|---|
| Google Cloud Platform | Plataforma de computação em nuvem |
| Compute Engine | Serviço de máquinas virtuais |
| Cloud Shell | Terminal integrado do Google Cloud |
| SSH | Acesso remoto seguro |
| Debian 12 | Sistema operacional da VM |
| NGINX | Servidor web utilizado no laboratório |
O Compute Engine é o serviço de Infraestrutura como Serviço (IaaS) do Google Cloud.
Ele permite criar máquinas virtuais sob demanda, escolhendo:
- Sistema operacional
- Quantidade de CPU
- Memória RAM
- Disco
- Região
- Zona
Essas máquinas podem hospedar aplicações, bancos de dados, APIs e diversos outros serviços.
Durante a criação da instância foi necessário selecionar:
Região: Europe-West4 (Países Baixos)
Zona: europe-west4-a
Aprendi que:
- Regiões representam áreas geográficas.
- Zonas representam datacenters independentes dentro de uma região.
- A distribuição entre zonas aumenta disponibilidade e resiliência.
Para permitir acesso externo ao servidor web, foi habilitada a opção:
✅ Permitir tráfego HTTP
Essa configuração cria automaticamente regras para liberar conexões na porta 80.
Sem essa etapa, o servidor estaria funcionando internamente, mas não seria acessível pela internet.
O acesso à máquina virtual foi realizado diretamente pelo navegador através do SSH integrado do Google Cloud.
Isso permitiu executar comandos Linux sem a necessidade de instalar ferramentas adicionais no computador local.
Após acessar a VM via SSH, foi realizada a atualização dos pacotes do sistema:
sudo apt updateInstalação do servidor web:
sudo apt install nginx -yVerificação dos processos do NGINX:
ps aux | grep nginxResultado observado:
- Processo mestre (master process)
- Processos de trabalho (worker processes)
Isso confirmou que o serviço estava ativo e funcionando corretamente.
Após a instalação, foi acessado o endereço IP público da máquina virtual.
A seguinte página foi exibida:
Welcome to nginx!
Essa página indica que:
- O servidor NGINX foi instalado com sucesso.
- O serviço está em execução.
- A regra de firewall está funcionando.
- A máquina virtual possui conectividade externa.
Durante este laboratório pude compreender na prática conceitos fundamentais de infraestrutura em nuvem:
- Criação de máquinas virtuais no Google Cloud
- Conceito de IaaS (Infrastructure as a Service)
- Diferença entre regiões e zonas
- Configuração de firewall para publicação de aplicações
- Administração básica de servidores Linux
- Utilização de SSH para gerenciamento remoto
- Implantação de serviços web utilizando NGINX
- Exposição de aplicações para acesso público
Esses conhecimentos formam a base para áreas como:
- Cloud Computing
- DevOps
- Engenharia de Dados
- Engenharia de Plataforma
- Administração de Sistemas Linux
Google Cloud Computing Foundations
Laboratório realizado através da plataforma Google Cloud Skills Boost.
Eder
Estudante de Cloud Computing, Infraestrutura e Engenharia de Dados.




